Nerdlr
Via the ragbag.
Via CrisDias weblog.
Via [w]tomia.
Via RapaduraMan on Twitter.
Via [w]tomia.
Na Barbária, a velha terra,
Sujismundo reinava soberano.
Fedismuito seu pai era,
Mas ele aposentou-se outro ano.

Sujismundo odiava tomar banho
E suas roupas catingavam a peixe.
Seu rosto era cheio de ranho
E seu cabelo era grudado em feixes.

Mas, apesar de sua higiene má,
Ele era um bom governante.
Do tipo que planta um pomar
e dá os frutos aos retirantes.

Sujismundo lutou em grandes batalhas,
E venceu exércitos poderosos.
Também se escondeu no meio de palha,
E sobreviveu por atos vergonhosos.

Acontece esse tipo de coisa
Com quem governa uma nação.
Um dia, está toda portentosa,
No outro, está caida no chão.

Sjismundo, dos bárbaros, o senhor,
Era alguém de quem se orgulhar.
Mas cheirava chulé, suor e bolor;
Banho só tomou na água do mar.

Dos que o seguem, pertece essa ode:
Seja os que ajudam os oprimidos
Ou os que vestem roupas de bode
E que adoram viver fedidos.

No dia em que ele dos mortos voltar
Dos seus será rei outra vez.
Na Barbária irá novamente morar
E a sujeira fará o mesmo na sua tez.
Por Ásbel, via BoyZ (em obras).
Via Twitpic / rapaduraman.

Acordar com a Megan Fox.

Via Trabalho Sujo.